A história fundadora

Augusto não nasceu em uma startup.
Nasceu em um escritório de advocacia.

A história por trás da inteligência jurídica que está redefinindo o direito condominial brasileiro.

A inquietação

Toda grande marca nasce de uma inquietação. Por anos, atendendo síndicos, administradoras e clientes em consultas condominiais, percebi que dúvidas aparentemente simples exigiam interpretação técnica jurídica de documentos, algo que um leigo dificilmente poderia responder com segurança.

Faltava alguém entre o Direito e o cotidiano do condomínio. Faltava uma figura.

A percepção

Consultar a convenção e o regimento nunca é suficiente. Há determinações legais, infralegais, jurisprudência, doutrina e toda a técnica hermenêutica necessária para transformar informação em resposta utilizável. Cada condomínio tem sua própria realidade documental, impossível memorizar tudo, ter ao alcance de um piscar de olhos.

Síndicos decidiam sozinhos, no improviso. Administradoras escalavam sem padronização. Advogados gastavam suas melhores horas respondendo às mesmas perguntas, todos os dias.

O nascimento do nome

O nome veio de dois lugares. De Augustus, título romano que evocava solidez, ordem e legado, a herança de dois mil anos de Direito. E do meu filho, Augusto, que ainda não fala, mas já me lembra todos os dias por que construir algo que dure importa.

A missão

Democratizar o acesso à inteligência jurídica condominial. Fazer com que síndicos não precisem decidir sozinhos, que administradoras possam escalar sem perder qualidade e que advogados foquem no que exige raciocínio humano.

A promessa

Augusto responde, fundamenta e cita. Trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana. Não substitui o profissional, potencializa cada decisão condominial com base em lei, doutrina e jurisprudência.

Dura lex, sed Augusto.

Matheus Macêdo Góes
Fundador, Augusto.IJ

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Augusto.IJ

Dura lex, sed Augusto.

A lei é dura, mas você tem Augusto.
“Acreditamos que toda decisão condominial merece um bom conselho jurídico. Que síndicos não deveriam decidir sozinhos. Que advogados não deveriam gastar suas melhores horas respondendo perguntas que poderiam ser respondidas em segundos.”
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